quinta-feira, 19 de abril de 2007

Ecoteca de S. Jorge comemora o Dia Mundial da Terra

A Ecoteca da ilha de S. Jorge promove, entre o dia de hoje e 21 de Abril, diversas actividades alusivas ao Dia Mundial da Terra, que se assinala a 22 deste mês.

No âmbito destas comemorações, estará ao dispor de todos os interessados, na segunda e terça-feira, entre as 21h30 e as 23h30 horas, no Auditório Municipal das Velas, um telescópio para observação da abóboda celeste, havendo uma explicação sobre o que é, para que serve e como se usa aquele equipamento.

De segunda a sexta-feira, entre as 09h00 e as 17h00, terão lugar na Biblioteca Municipal das Velas várias actividades lúdico-educativas sobre a Astronomia, especialmente direccionadas aos alunos dos 1.º e 2.º ciclos, com esclarecimentos oportunos acerca do sistema solar e do planeta Terra.

Está, igualmente, agendada para sábado, dia 21, entre as 09h00 e as 18h00, a actividade de “geocaching”, um desporto de ar livre que envolve a utilização de um receptor de GPS (Sistema de Posicionamento Global) para encontrar uma “geocache” colocada em qualquer local do mundo.

Através de todas estas iniciativas, o Governo Regional dos Açores pretende alertar os açorianos para a importância da Terra e do sistema solar.

JornalDiario

Calamidades naturais nos Açores impediram outros investimentos

As palavras são do secretário regional da Habitação e Equipamentos, que reclama um maior apoio, para este tipo de situações, por parte da União Europeia.

Os Açores têm sido fustigados, nos últimos anos, por várias calamidades naturais. Os maiores exemplos são o sismo de 1980, na Terceira; o sismo de 1998, que afectou as ilhas do Faial, Pico e S. Jorge; e algumas outras situações, como sejam os casos das derrocadas na Ribeira Quente e Povoação, entre outras.

No total, o Governo Regional foi obrigado a gastar uma verba na ordem dos 500 milhões de euros para resolver aquilo que as forças da natureza destruíram.

O secretário regional da Habitação e Equipamentos, em declarações exclusivas ao jornaldiario, afirma que “as verbas investidas na resolução destas calamidades impediu que, nas ilhas afectadas, fossem realizados investimentos de outra ordem”.

Relativamente a este assunto, José Contente reclama “um maior apoio financeiro por parte da União Europeia. Senão, vejamos: no sismo de 1980, os Açores só receberam um apoio de 15 milhões de euros provenientes de fundos comunitários, verba manifestamente curta face aos prejuízos registados. Por seu turno, para a resolução dos restantes riscos naturais que têm afectado a Região, nos últimos anos, grande parte do investimento feito proveio do Orçamento Regional e do Orçamento da República, sendo que só depois podem ser consideradas algumas verbas provenientes da UE.

O governante deixa, por fim, o alerta para que os fundos comunitários, para este tipo de situações, sejam adaptados à realidade de cada região, e que não sejam só para fazer face a calamidades que aconteçam em grandes países.

JornalDiario

Rede Regional de Áreas Protegidas criada nos Açores

O parlamento açoriano aprovou, quarta-feira, por maioria, o diploma que cria a Rede Regional de Áreas Protegidas da Região Autónoma dos Açores e determina a reclassificação das áreas protegidas já existentes.

O texto, proposto pelo Governo, procede à uniformização e compatibilização das classificações das áreas protegidas no arquipélago com os critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza, o que se traduzirá – como se pode ler no seu preâmbulo – no “reconhecimento internacional dos valores conservacionistas, paisagísticos e científicos dos Açores”.

Para o Executivo açoriano, o modelo adoptado permite “desenvolver o conceito de rede ecológica coerente”, em detrimento de unidades de gestão isoladas, e estabelece um “elevado nível de identificação entre os valores existentes a proteger, sejam estes naturais, paisagísticos ou culturais, e o nível estatutário atribuído às áreas protegidas”.

Como tipos de áreas protegidas, o diploma consagra as figuras do Parque Natural de Ilha (PNI), “constituído pelas áreas terrestres classificadas no território de cada ilha”, e do Parque Marinho do Arquipélago dos Açores (PMA), formado pelas áreas marinhas classificadas, “que integram uma única unidade de gestão e se situam para além do limite exterior do mar territorial”.

Cada uma das nove ilhas disporá de um Parque Natural de Ilha, sendo que o PNI, a criar por decreto legislativo regional, “é a unidade de gestão base da Rede Regional de Áreas Protegidas da Região Autónoma dos Açores”.

Por sua vez, a criação do Parque Marinho do Arquipélago dos Açores visa permitir a adopção de “medidas dirigidas para a protecção das fontes hidrotermais, montes e outras estruturas submarinas, bem como dos recursos, das comunidades e dos habitats marinhos sensíveis”.

O mesmo diploma estabelece, ainda, que as áreas terrestres e marítimas do PNI e as áreas marinhas do PMA integram as categorias de Reserva Natural, Monumento Natural, Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies, Área de Paisagem Protegida e Área Protegida de Gestão de Recursos.

JornalDiario

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Mensagem do Presidente